Sua estratégia é global. Mas a língua na sala de reunião ainda é só o português.

É aqui que começa a contradição que este artigo quer escancarar: falar em crescimento global sem investir em inglês para liderança.

GPTW 2025
Crescimento é o motivo nº1 para talentos ficarem nas Melhores Empresas.
Fonte: estudo “Melhores Empresas para Trabalhar 2025” – Great Place to Work.
EF EPI 2025
Mais proficiência em inglês = mais competitividade de talentos.
Fonte: relatório EF EPI 2025 – English Proficiency Index.
Liderança
Estratégia global sem inglês estratégico é crescimento só no slide.
Insight: Fast English Intercâmbio Executivo.

1. A incoerência silenciosa do “crescimento global”

Nos slides, está tudo lá:

  • “Expansão internacional”
  • “Inovação contínua”
  • “Liderança global”

Mas, na prática, na hora da call com a matriz ou com o investidor estrangeiro:

  • metade da liderança fica no mudo,
  • um ou dois viram “tradutores oficiais” do time,
  • e decisões críticas chegam “mastigadas” em PPT depois.

Premissa difícil de negar:

Premissa: Não existe estratégia de crescimento séria sem liderança forte. E liderança forte hoje atua em um ambiente global, em inglês.

2. O que as Melhores Empresas já entenderam sobre liderança

O relatório Great Place to Work 2025 mostra que as empresas premiadas se destacam porque suas lideranças:

  • têm mais acesso a treinamento e desenvolvimento,
  • são mais bem informadas sobre decisões estratégicas,
  • sentem que têm voz nas decisões que impactam seu trabalho,
  • e atuam em ambientes onde reconhecimento e engajamento são consistentes.

Outro dado importante: entre as Melhores Empresas para Trabalhar no Brasil, o principal motivo de permanência das pessoas é oportunidade de crescimento, acima de qualidade de vida, remuneração e benefícios.

Gráfico mostrando crescimento como principal motivo de permanência nas Melhores Empresas para Trabalhar
Exemplo de gráfico: principais motivos de permanência nas Melhores Empresas para Trabalhar segundo o GPTW 2025, com “Oportunidade de crescimento” em destaque.

Tradução para o mundo real:

  • Gente boa fica onde enxerga futuro.
  • E futuro, hoje, passa por atuar além das fronteiras do país.

3. O inglês saiu da sala de aula e entrou no boardroom

O EF EPI 2025 crava alguns pontos difíceis de ignorar:

  • Proficiência em inglês está relacionada à capacidade da força de trabalho se conectar com a economia global.
  • Inglês e inovação compartilham habilitadores: investimento em educação, conectividade internacional, troca de conhecimento.
  • Há correlação clara entre proficiência em inglês, competitividade de talentos e desenvolvimento humano.

O relatório reforça que o inglês funciona menos como “ponto de chegada” e mais como ponte entre conhecimento global e soluções com significado local.

Gráfico ilustrativo de relação entre proficiência em inglês e competitividade de talentos
Exemplo de gráfico: comparação entre níveis de proficiência em inglês e competitividade de talentos com base no EF EPI 2025.
Conclusão intermediária: Estratégia global sem liderança que opere em inglês é ponte sem as duas extremidades.

4. Quando a liderança não fala a língua do crescimento

Cenário 1 – A reunião traduzida

A call é em inglês. A matriz apresenta um novo plano estratégico. Seu time brasileiro:

  • alguns entendem “mais ou menos”,
  • outros esperam o resumo em português depois,
  • um gerente vira tradutor simultâneo, em vez de participar estrategicamente.

Resultado: decisão atrasada, nuances perdidas, sensação de “não estou jogando o mesmo jogo”.

Cenário 2 – A negociação por tabela

Um fornecedor global ou parceiro estratégico quer negociar direto com a diretoria. Mas a liderança não se sente segura em inglês.

Você terceiriza, passa para outra área ou leva um “intérprete interno”. A fala final nunca é de quem realmente decide.

Resultado: autoridade percebida menor e poder de influência reduzido.

Cenário 3 – A carreira que bate no teto invisível

O executivo entrega resultado, é querido pelo time, mas evita apresentações em inglês e foge de projetos globais.

Quando a empresa abre vaga global ou posição regional, normalmente vai quem consegue performar em inglês — não necessariamente quem tem o histórico técnico mais forte.

5. A virada de chave: inglês para liderança como infraestrutura estratégica

Aqui entra a mudança de enquadramento:

  • Velha visão: inglês é um benefício que a empresa oferece (como gympass ou cesta de Natal).
  • Nova visão: inglês é parte da infraestrutura estratégica de crescimento, como ERP, governança e cibersegurança.

Em ambientes de trabalho colaborativos e conectados internacionalmente, o inglês permite que equipes em diferentes localidades construam entendimento mútuo, propósito compartilhado e potencializem a inteligência coletiva.

6. O que muda quando o board fala inglês – e investe em inglês para liderança

  • Reuniões com matriz deixam de ser “palestra” e viram debate.
  • O board brasileiro passa a puxar pauta, não só reagir.
  • A empresa se sente mais confortável para assumir projetos globais.
  • Talentos brasileiros ganham visibilidade no ecossistema internacional do grupo.
  • A tomada de decisão fica mais rápida, porque não depende de tradução ou intermediários.

Parece “soft skill”, mas o impacto é direto em tempo, qualidade da decisão, velocidade de execução e posicionamento da empresa.

7. Por que curso genérico de inglês não resolve para liderança

O problema não é só gramática. É performance em inglês em situações de alta responsabilidade:

  • conduzir reuniões difíceis,
  • negociar prazos, orçamento e prioridades,
  • apresentar resultados trimestrais,
  • dar feedback sensível em contexto multicultural.

Isso não se treina em turma mista com adolescentes falando sobre “my last vacation”, desconectado da agenda real do executivo.

Insight: Líder não precisa apenas “saber inglês”. Ele precisa comandar a conversa em inglês.

8. Intercâmbio executivo: laboratório real de liderança global

É aqui que entra o papel do intercâmbio de inglês para executivos e profissionais: não como “viagem de estudo”, mas como laboratório controlado de liderança global.

  • Turmas com adultos, profissionais e executivos de vários países.
  • Foco em inglês de negócios, liderança, reuniões, apresentações e negociação.
  • Atividades sociais desenhadas para gerar networking internacional.
  • Carga intensa de prática: o executivo sai da rotina, mas segue treinando decisões e influência — agora em inglês.

Enquanto o GPTW mostra que investir em desenvolvimento fortalece engajamento e permanência, e o EF EPI mostra que proficiência em inglês está ligada à integração global e competitividade de talentos, o intercâmbio executivo junta tudo na prática: desenvolvimento + inglês + contexto global.

9. Checklist rápido para CEOs e RH

Faça um “scan” da sua realidade hoje:

  • Nossa estratégia fala em internacionalização?
  • Temos clareza do nível de inglês da liderança, por cargo?
  • Inglês da liderança está formalmente incluído no plano de sucessão?
  • Já existe algum tipo de experiência imersiva prevista para posições críticas?
  • Na prática, inglês é tratado mais como benefício opcional ou como competência esperada para liderar?

Se a maior parte das respostas for “não” ou “ainda não”: a estratégia pode até ser global, mas a liderança continua jogando um jogo local.

10. Fechando o círculo

Recapitulando as premissas:

  • As Melhores Empresas retêm talentos oferecendo crescimento real, com liderança forte e desenvolvimento contínuo.
  • Proficiência em inglês está ligada à capacidade de inovar, competir globalmente e integrar-se à economia internacional.
  • Sua empresa quer crescer, inovar e competir além do Brasil.
Conclusão inevitável: Nenhuma estratégia de crescimento é completa se a liderança não domina o idioma em que esse crescimento acontece: o inglês.
Próximo passo para RH e C-Level: Mapear o nível de inglês da liderança, definir onde querem chegar e desenhar uma jornada que inclua formação, prática e imersão (intercâmbio executivo).

Para referência, veja os estudos originais:
- Estudo GPTW 2025 – Melhores Empresas para Trabalhar
- Relatório EF EPI 2025 – English Proficiency Index

11. Quer transformar o inglês da liderança em resultado de negócio?

Se a sua empresa já fala em crescimento global, mas o inglês da liderança ainda não acompanha essa ambição, o próximo passo não é “mais um curso de idiomas”: é uma conversa estratégica.

Podemos te ajudar a:

  • mapear o nível de inglês da liderança, por cargo e função;
  • desenhar uma jornada de desenvolvimento alinhada ao plano de crescimento (incluindo intercâmbio executivo);
  • transformar inglês em vantagem competitiva — não em gargalo.
Vamos conversar sobre a sua realidade? Fale com a nossa equipe e entenda como o Intercâmbio Executivo pode apoiar a estratégia de crescimento da sua empresa.

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